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domingo, 29 de maio de 2016

PIMPÃO - macho, dt.nasc.: 04/04/2016. Mansinho e tranquilo, brincalhão. Filho de mãe FIV/FeLV negativa. Será doado após desmame preferencialmente em duplinha com 1 dos irmãos ou para quem já tenha um gatinho.

Contato: bigodinhossemdono@gmail.com ou mensagem no Fale Conosco.
SOMENTE PARA APTOs C/ REDE DE PROTEÇÃO EM JANELAS, BASCULANTES E VARANDAS.
APENAS PARA OS MUNICÍPIOS: RIO DE JANEIRO e NITERÓI.
A D O T A D O!!! Entregue em 12/06/2016. Seja muito feliz, gatinho!

7 comentários:

  1. Bom dia Cícera, você poderia me ajudar pois estou com um gatinho de rua que descobri que tem uma doença chamada esporotricose, ele está muito mal de saúde e eu não sei onde posso conseguir tratamento para ele.
    Me disseram que é contagioso e que seria melhor me desfazer do gato.
    Você sabe de algum lugar aqui no RJ que possa tratá-lo?

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    1. Leila - Voluntária01/06/2016 14:02

      Nena, boa tarde.
      Qualquer veterinário trata esporotricose. Não precisa ir a nenhum lugar em especial.
      Com relação ao que te disseram, gripe também é contagiosa e ninguém se desfaz de uma criança porque ela está com gripe. Basta ter cuidados básicos de higiene ao lidar com o gatinho.
      Esporotricose é totalmente curável com o remédio específico. Leve-o a um veterinário para consulta e as orientações cabíveis.
      Na Suipa há consultas a preços populares. Basta chegar cedo para pegar senha.
      Em alguns postos da SEPDA (Prefeitura) também há consultas. Aqui o site para informar-se em quais => http://www.rio.rj.gov.br/web/sepda/estrutura.
      Na Unidade de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman (Mangueira) também há consultas a preços populares => http://www.rio.rj.gov.br/web/sms/institutos.
      Boa sorte! Ele vai se curar. É só dar os medicamentos conforme o veterinário vai te orientar.

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  2. Vcs fazem um trabalho bacana, heroico e humano. Mas, vcs erram quando não permitem a adoção para pessoas que moram em casas. Penso antes da proibição seria interessante e mais produtivo procurarem conhecer as pessoas que moram nessas casas e que estão dispostas a adotar um gatinho. Realmente, fica muito difícil tentar ajudar vocês. todos nós sabemos que gostamos de gatos que eles se apegam aos seus amigos protetores quando são por eles bem tratados e respeitados. Já tive uma gatinha linda por quem eu era apaixonado. Morreu com 11 anos por uma irresponsabilidade de um veterinário incapaz. Chorei muito por sua perda e até hoje sinto imensa dela. À época morava em um apartamento com varanda e jamais precisei usar redes, pois ela era além de linda, bastante inteligente. Hoje, moro numa casa com bastante espaço, muros acima de três metros. Aqui vivemos todos muito bem e em paz com galinhas, jabutis, peixes e cachorras, além dos vários pássaros que vêm todas as manhãs comer dos alimentos que lhes deixamos e não são importunados pelas nossas cachorras. Tudo isso porque sabemos educar, amá-las e as respeitá-las acima de tudo.

    Abraços

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    1. Entrei pra falar a mesma coisa. Estou procurando adotar dois gatos. Mas não posso porque moro em casa. Tive um gato por 13 anos morando comigo, numa casa. Nunca tive problema, era castrado e vivia muito dentro de casa, só andava pelo quintal e ia no jardim fazer as necessidades.
      Aí se a pessoa escolhe comprar, é taxada de desumana sendo que tem tantos pra adotar.
      Só me resta encontrar um na rua, ou achar alguém que não faça exigências pra doar.

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    2. Leila - voluntária07/06/2016 16:11

      Luis Alberto, caso seus muros tenham realmente acima de 3 metros, e você ainda não tenha adotado, escreva-nos (bigodinhossemdono@gmail.com) enviando fotos para que possamos avaliar.

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    3. Leila - voluntária07/06/2016 16:15

      Jessika, você teve sorte. Seu gato não saia porque não queria, não porque houvessem barreiras que o impedissem, mas nem todos os gatos são assim. Veja minha explanação mais longa abaixo.

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    4. Leila - voluntária07/06/2016 16:19

      Luis Alberto G Vasconcellos, obrigada pelas considerações elogiosas sobre nosso trabalho. Devo admitir que de fato é heroico, visto ser hercúleo e com ajuda ínfima, tanto de mão de obra quanto financeira.
      Entendemos os sentimentos de vocês, você e Jessica. Pelo que relataram, ambos tiveram 1 gatinho que tinha comportamento inteligente e sossegado, não caindo de janelas ou desaparecendo. Gostaria de colocar agora nossa posição.
      Em 1o. lugar deixamos claro que nossa vivência não se prende ao contato com 1 gatinho, mas com centenas. E nosso objetivo não é dar vida feliz e LONGA a 70% dos resgatados, mas sim a 100%.
      Não existe uma estatística oficial, contudo nossa experiência leva a um número de 30% de morte prematura (incluídos aí os desaparecimentos) em gatos que vivem com acesso à rua, seja diário ou ocasional. Isso para não falar no aumento ultra significativo da possibilidade de contrairem doenças, como leucemia felina, aids felina, esporotricose, e outras.
      Nosso objetivo com esse voluntariado não é conseguir bons gatos para pessoas, mas sim bons lares para os gatos. Para isso, além do amor do adotante, a segurança é um dos itens importantes. Não podemos jogar para o gato a responsabilidade de não cair, contando com sua inteligência ou esperando que não saia porque é castrado. Castrados, de fato, tendem menos a procurar a rua para cruzar, mas poderão sair por outros motivos.
      Por falta de experiência, no princípio doávamos para casas quando as pessoas afirmavam que o gato não iria a rua, mas isso não se mostrou fato. Tivemos vários problemas, inclusive morte por envenenamento.
      Talvêz as pessoas não tenham noção da despesa e trabalho imeeensos que dá viver resgatando, tratando e dando lar temporário. Já que fazemos isso, em contrapartida exigimos que 100% dos adotantes deem, pelo menos, amor, cuidados e segurança; repito: sem jogar a segurança para a responsabilidade do gato, contando com sua inteligência ou comportamento. É mais ou menos como deixar o portão aberto e esperar que o bebe não engatinhe para a rua só porque ele é quietinho ou não usar cinto de segurança porque nunca bati.
      Estamos abertos a doar para casas, não temos nada contra, desde que ela tenha barreiras físicas que impeçam a saída dos animais à rua. Muros altos com redes inclinadas a 45o em seus topos e portões inteiriços costumam ser uma boa solução, mas raríssima no Brasil.
      Espero que vocês entendam nossa filosofia de trabalho. Não é uma questão de conhecer o adotante, Luis Alberto. O adotante ser boa pessoa faz parte das exigências, mas ser boa pessoa e dirigir sem prender a criança com o cinto de segurança, não irá salvá-la na hora de um acidente, que pode nunca acontecer, mas pode acontecer. Não é mesmo?
      Um abraço grande para ambos.

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